Terrorizonte: a empresa que traz terror — Felipe Duarte detona serviço da Novo Horizonte e cobra respeito ao povo
Se você já subiu num ônibus da Novo Horizonte com medo da porta cair ou da marcha travar no meio da serra, essa notícia é sua.
Sexta-feira (09), durante uma audiência pública em Caculé, o deputado estadual Felipe Duarte falou o que todo mundo sente, mas pouca gente tem coragem de dizer em alto e bom som:
“Estamos lidando com a Terrorizonte — a empresa que traz terror a quem precisa do transporte público!”

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O nome é forte, o apelido mais ainda, mas não é exagero.
Segundo o parlamentar, o transporte intermunicipal e interestadual na Bahia tá mais pra rali do que pra viagem confortável.
Felipe Duarte abriu o verbo com base em dados e indignação popular:
Frota sucateada,
Motoristas mal preparados,
Falta de higiene nos ônibus,
Acessibilidade zero,
E manutenção só quando o ônibus para sozinho.

E o detalhe: isso tudo já era pra ter sido resolvido desde 2015, quando foi firmado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre a AGERBA, o Ministério Público e as empresas.
“Esse TAC é pra garantir que a empresa cumpra suas obrigações. Mas o que vemos é o contrário. O povo continua sendo transportado em ônibus que mais parecem caixões ambulantes.”
Na audiência, Felipe não aliviou:
“A concessão é pública, o povo paga caro por um serviço que deveria ser digno. Mas o que recebem é descaso, risco e desrespeito.”
E o mais revoltante: as reclamações não param de chegar, e o povo já trata as viagens de ônibus como sorteio — ou chega no destino, ou para no acostamento.
Felipe Duarte deixou claro que não vai parar de cobrar. Disse que o problema da Novo Horizonte não é novo, é histórico e vergonhoso.
E que a empresa não está sozinha no pacote do descaso, mas ela lidera com folga o ranking do terror sobre rodas.

Resumindo em brumadês: o povo não quer luxo, quer segurança.
Quer um ônibus limpo, funcionando, com motorista capacitado e que chegue inteiro no destino.
E se não tá cumprindo o contrato, que a concessão seja revista.
Porque quem vive da concessão pública tem que respeitar o público. E isso, até agora, tá passando longe da Novo Horizonte.
